Quem é que nunca desejou ter o seu próprio cantinho para morar? Pode ser um imóvel usado ou novo, não importa o tipo, a conquista da casa própria é um sonho comum entre todos. Disponibilizar uma quantia para o pagamento à vista é algo quase raro em tempos de inflação, o negócio é recorrer ao financiamento habitacional.
Oferecido pelas maiores instituições bancárias adquirir um imóvel requer planejamento e muita pesquisa. Para aqueles que desejam comprar um imóvel, seguir alguns conselhos pode fazer a diferença na hora de tomar essa grande decisão:
- Antes de escolher seu imóvel procure se informar quais são as linhas de crédito oferecidas pelas instituições e qual se adaptam melhor as suas condições financeiras.
- Nunca comprometa mais que 25% da sua renda familiar. Lembre-se que terá outros gastos durante o período que assumiu esse compromisso. Tenha sempre uma reserva para futuras eventualidades como desemprego e doenças.
- Quanto maior for seu valor de entrada menor serão os juros das prestações e seu saldo devedor. Aproveite para usar o seu FGTS ( Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Se tiver algum valor de recurso próprio utilize.
- Escolha sempre o menor prazo, pois assim os juros embutidos serão menores.
- Na dúvida procure um advogado, leia atentamente todas as cláusulas do seu contrato e se informe sobre seus direitos e deveres. Nunca feche um negócio no escuro.
- Evite contratar o sistema de amortização com a tabela PRICE*. Escolha o sistema SAC** (para bancos privados) e SACRE*** (banco do governo).
- Os financiamentos realizados direto com as construtoras podem variar de 70 a 100 meses para pagar. Mas é necessário possuir rendimento compatível ao longo de todo o financiamento.
O mais importante é saber que planejar essa grande decisão é a chave para o sucesso de uma realização que vem acompanhada de muita emoção para vida toda.
Informe-se:
Tabela PRICE: as prestações são sempre iguais, periódicas e sucessivas, ou seja, vão subindo. No início as prestações são menores, mas no decorrer vão ficando crescentes. Os juros são sempre sobre o saldo devedor.
SAC: suas prestações são iguais e constantes. Seus juros são decrescentes (utilizado pelos bancos privados).
SACRE: apesar da sigla ser diferente, funciona da mesma forma que o SAC (utilizado pela Caixa Econômica Federal).